Em breve estarão aqui os trabalhos mais criativos dos alunos do 1 C e 1 D do turno vespertino do C. E. Pe. Fábio Bertagnolli, de Balsas MA.
Além disso, tecerei comentários sobre experiências relevantes em sala de aula.
Neste blog os alunos também participarão, postando comentários sobre os trabalhos e sobre as aulas.
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domingo, 17 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Por que Delírio da palavra?
O título deste blog mantém intertextualidade com o poema a seguir de Manoel de Barros:
No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira.
E pois.
Em poesia que é a voz do poeta, que é a voz de fazer
nascimentos -
O verbo tem que pegar delírio.
Entendemos que em Literatura brincamos a todo instante com a palavra (verbo) e cada vez que recriamos nossa realidade fazemos uso da conotação, assim fazemos nascimentos, a palavra nesse momento - delira, renasce - porque ganha novos sentidos.
No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira.
E pois.
Em poesia que é a voz do poeta, que é a voz de fazer
nascimentos -
O verbo tem que pegar delírio.
Entendemos que em Literatura brincamos a todo instante com a palavra (verbo) e cada vez que recriamos nossa realidade fazemos uso da conotação, assim fazemos nascimentos, a palavra nesse momento - delira, renasce - porque ganha novos sentidos.
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