As aulas no laboratório de informática foram maravilhosas. Alguns alunos sentiram dificuldades no início, pois estavam começando a usar o computador, mas diante do empenho conseguiram realizar as atividades propostas. Outros, por já usarem o computador com frequência tiveram mais facilidade. Acredito que as aulas foram proveitosas e após a exposição dos trabalhos (slides) em sala, estaremos disponibilizando os mesmos neste blog.
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sábado, 20 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Olá turmas ( 1º C e 1º D) !
Iniciaremos a partir de agora nossos trabalhos com as figuras da linguagem, conforme combinado em sala de aula. Primeiramente faremos a pesquisa nos sites abaixo e em seguida iremos produzir os slides em grupo para serem apresentados em sala. Espero que as aulas sejam bastante proveitosas, que vocês compreendam a importância da pesquisa, do trabalho em grupo e da contribuição que as mídias podem oferecem para o processo ensino-aprendizagem. Sucesso! Bom trabalho!
Espero ansiosa pelos trabalhos de vocês!
Acessem os sites:
Figuras de linguagemFiguras de linguagem 1
Figuras de linguagem 2
Figuras de linguagem 3
domingo, 17 de março de 2013
Olá galera!
Em breve estarão aqui os trabalhos mais criativos dos alunos do 1 C e 1 D do turno vespertino do C. E. Pe. Fábio Bertagnolli, de Balsas MA.
Além disso, tecerei comentários sobre experiências relevantes em sala de aula.
Neste blog os alunos também participarão, postando comentários sobre os trabalhos e sobre as aulas.
Além disso, tecerei comentários sobre experiências relevantes em sala de aula.
Neste blog os alunos também participarão, postando comentários sobre os trabalhos e sobre as aulas.
sábado, 16 de março de 2013
Por que Delírio da palavra?
O título deste blog mantém intertextualidade com o poema a seguir de Manoel de Barros:
No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira.
E pois.
Em poesia que é a voz do poeta, que é a voz de fazer
nascimentos -
O verbo tem que pegar delírio.
Entendemos que em Literatura brincamos a todo instante com a palavra (verbo) e cada vez que recriamos nossa realidade fazemos uso da conotação, assim fazemos nascimentos, a palavra nesse momento - delira, renasce - porque ganha novos sentidos.
No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira.
E pois.
Em poesia que é a voz do poeta, que é a voz de fazer
nascimentos -
O verbo tem que pegar delírio.
Entendemos que em Literatura brincamos a todo instante com a palavra (verbo) e cada vez que recriamos nossa realidade fazemos uso da conotação, assim fazemos nascimentos, a palavra nesse momento - delira, renasce - porque ganha novos sentidos.
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